Menu
Menu
Saltar para o conteúdo
Olho seco e a pandemia

Olho seco e a pandemia

#VisãodeFuturo: A Saúde Ocular em Tempos de Coronavírus” é um inquérito desenvolvido por oftalmologistas portugueses e espanhóis que visou estudar o impacto da pandemia na saúde ocular. Cerca de 78% dos inquiridos dizem ter piorado a sua saúde ocular durante a pandemia. Neste inquérito destacaram-se as seguintes patologias: miopia e a síndrome do olho seco. Sendo o primeiro distúrbio afetou mais os menores, já o segundo afetou maioritariamente os adultos.

A síndrome do olho seco é a patologia mais prevalente e está interligada aos hábitos desenvolvidos durante a pandemia. Durante os longos períodos em casa as pessoas passaram mais tempo em frente em ecrãs – televisão, tablets ou telemóvel - ou a trabalhar mais intensamente ao computador, reduzindo a frequência do pestanejar. Quanto menos pestanejamos, mais secos ficam os olhos já que é este movimento que distribui a lágrima por todo o olho.

Adicionalmente o uso frequente de máscaras aumenta a secura dos olhos. Ambas as situações potenciam a falta de lágrima, e por consequência a síndrome do olho seco.

Sabia que a síndrome do olho seco atinge cerca de meio milhão da população adulta portuguesa?

Esta patologia é provocada pela produção deficiente de lágrima ou pela sua evaporação excessiva. As pessoas afetadas por esta patologia sentem uma limitação significativa da sua qualidade de vida.

Estes são os principais sintomas: desconforto, secura, ardor, lacrimejo, vermelhidão, visão desfocada, sensação de areia ou corpo estranho, sensibilidade aumentada à luz (fotofobia) e intolerância a lentes de contacto.

 

O que fazer se sentir os olhos secos?

O primeiro passo é consultar um oftalmologista para que confirme o diagnóstico de síndrome do olho seco. Após diagnóstico o especialista em oftalmologia irá recomendar o tratamento com vista à restauração da homeostasia da superfície ocular, implicando atuar nos diferentes mecanismos que contribuem para esta doença. Neste sentido, o tratamento pode passar por: // Uso de lágrimas artificiais;

// Toma de fármacos oculares ou sistémicos;

// Otimização da higiene palpebral;

// Utilização de óculos de câmara húmida;

// Suplementação vitamínica e

// Modificações ambientais.

Quanto às modificações ambientais, os especialistas recomendam evitar trabalhar em ambientes secos, aquecidos e com fumo, já que parte da secura dos olhos pode ser provocado pelo aquecimento do ambiente. Os hábitos na utilização dos computadores e dispositivos digitais devem mudar, nomeadamente: na escolha do monitor, na adaptação da iluminação adequado para trabalho e na redução do número de horas em frente a estes dispositivos.

Descansar a visão e hidratar os olhos adequadamente são ferramentas essenciais para melhorar a qualidade de vida de quem sofre desta síndrome.

Neste sentido recomendamos o banho ocular da Acuaiss. Trata-se de uma solução composta por ácido hialurônico, um composto que privilegia a hidratação. Este produto consegue limpar e hidratar em conjunto. Proporciona aos utilizadores uma imediata sensação de alivio à irritação ocular, sendo também bastante eficiente nos processos alérgicos. Reproduz as características das lágrimas do olho para regenerar, refrescar e limpar a superfície ocular.

Artigo anterior Como colocar e retirar corretamente as lentes de contacto
Artigo Seguinte Conhece o nome que se dá à inflamação da margem das pálpebras? Blefarite

Deixe um comentário

Comentários terão de ser aprovados antes de aparecerem

* Campos Obrigatórios