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A tecnologia por detrás das lentes progressivas

A tecnologia por detrás das lentes progressivas

Já lá vai o tempo em que as pessoas tinham motivos para recear o uso de lentes progressivas. O medo de uma difícil adaptação já não se justifica, a tecnologia atual permite uma adaptação fácil e sem sentir solavancos quando olha para os diferentes pontos da lente.

Mas nem sempre foi assim. Em 1959 foram inventadas as primeiras lentes progressivas pela mão de Bernard Maitenaz da "Société des Lunetiers". Nesta altura o grande desafio residia no domínio da mecânica, mais que da ótica, pretendia-se criar máquinas que permitissem fabricar superfícies óticas.

As primeiras lentes progressivas a serem comercializadas tinham o de Varilux 1 e assemelhavam-se muito às lentes bifocais, com duas áreas bem definidas: uma para ver ao longe e a outra ao perto.

No desenvolvimento da Varilux 1 prestou-se bastante atenção às zonas da lente para melhorar a visão ao longe e ao perto, no entanto as zonas intermédias e periféricas tinham muitos problemas. Era um modelo muito básico em que as transições entre as diferentes partes da lente eram muito percetíveis. Algumas pessoas sentiam muitos "solavancos" entre as graduações e a visão lateral era muito distorcida, mas apesar de todos estes problemas, a primeira lente progressiva incluía todos os princípios base das lentes progressivas atuais, sendo, por isso, uma das maiores inovações que o mundo da oftalmologia iria conhecer.

Esta lente exigia dos seus utilizadores um esforço desumano de adaptação, porque podiam provocar tonturas, dores de cabeça, cansaço e até levar a quedas quando eram experimentadas pela primeira vez.

A Varilux 1 teve várias dificuldades na introdução no mercado, primeiro porque tinha muitas imperfeições e segundo porque teve de ultrapassar o ceticismo dos profissionais de saúde da visão.

Uma vez no mercado, passou a ser importante traçar o caminho dos melhoramentos. Esse caminho passava por uma maior compreensão da visão periférica através de uma lente oftálmica e o aumento da sua importância na conceção das superfícies progressivas.

Desde então muito mudou, graças à evolução tecnológica, à realização de estudos e criação de vários desenhos de lentes, as imperfeições foram ultrapassadas e hoje em dia as lentes progressivas permitem uma adaptação muito rápida.  A tecnologia permitiu que os solavancos desaparecessem, mas a evolução não parou por aí. Agora, há que garantir que as lentes progressivas respondam às exigências do dia-a-dia dos seus utilizadores e se adaptem ao seu estilo de vida. Devem também ser esteticamente apelativos e ter um design inovador que promova a postura correta.

Não foram só as lentes progressivas que mudaram, mudou também aquilo que esperamos de um par de óculos. Atualmente a construção das lentes é feita ao pormenor, analisando a performance de milhares de pontos diferentes, garantindo assim, um aumento do campo de visão e uma maior.

Neste momento, poderá escolher todo o tipo de armações para as suas lentes progressivas, não há limitações porque já foi possível desenvolver um design estável.

Agora a tecnologia permite-nos ajustar a zona de leitura da lente durante a visão ao perto, personalizando as lentes progressivas tendo em conta a fisionomia de cada pessoa.

Todas estas caraterísticas podem ser encontradas nas lentes Shamir, disponíveis na Indústria dos Óculos. Estas foram eleitas Produto do Ano 2020 pela sua qualidade e tecnologia inovadora.  

Não deixe de visitar uma das três lojas da Indústria dos Óculos – Barreiro, Montijo e Seixal – onde poderá encontrar o aconselhamento que necessita para comprar as suas lentes progressivas.  

 

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