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Com que regularidade deve ir ao oftalmologista?

Com que regularidade deve ir ao oftalmologista?

O oftalmologista é o médico especialista responsável pela saúde dos nossos olhos, sendo o principal responsável por examinar, ao pormenor, a nossa visão, prescrevendo lentes oftalmológicas corretivas. Mas esta especialidade não serve apenas para corrigir dificuldades visuais. Através das consultas de oftalmologia é possível diagnosticar e tratar corretamente patologias, que podem ser ligeiras, graves ou muito graves.

É fundamental proceder a visitas regulares, mesmo que não apresente qualquer tipo de sintomatologia. Esta medida permite prevenir e diagnosticar precocemente patologias relacionadas com a nossa visão, aumentando consideravelmente a percentagem de sucesso do tratamento.

A importância das consultas de oftalmologia:

Através destas consultas e dos exames nelas realizados, é possível diagnosticar e tratar certas patologias. Mesmo não havendo uma sintomatologia associada, por vezes a doença já está instalada. É por isso extremamente importante recorrer a esta especialidade com alguma frequência, de forma a que estas sejam detectadas e tratadas o mais cedo possível.

A grande maioria da população apenas se preocupa com esta especialidade quando apresenta sintomas. No entanto desconhece que pode ter consequências graves a visita tardia ao médico oftalmologista. É fundamental para uma boa saúde ocular, realizar com frequência exames aos seus olhos.

 Frequência das consultas de oftalmologia:

Ao contrário do que se possa pensar, o acompanhamento oftalmológico deve começar cedo, mesmo no período pré-natal. No entanto, as necessidades e a frequência de cada paciente são definidas de acordo com as suas características específicas, ou seja, mediante a idade, histórico familiar, ou até mesmo a presença de determinado tipo de patologias.

 

  • Acompanhamento de bebés e crianças:

Os cuidados com a saúde deve começar durante o período de gestação. Nesta fase de vida e de desenvolvimento do feto é possível detectar doenças na mãe, que podem provocar malformações, incluindo a própria cegueira. Realizar exames de rotina permitem acompanhar o desenvolvimento do feto e detectar possíveis  más-formações que afetam diretamente a visão da criança.

De acordo com dados disponibilizados com o Ministério da Saúde, cerca de  40% dos casos de cegueira infantil poderiam ser evitados, ou até tratados, casos houvesse acompanhamento e diagnóstico na fase pré-natal.

  • Bebés: assim que nascem, todos os recém-nascidos são examinados por médicos pediatras, de forma a detetar possíveis dificuldades, entre elas a necessidade de frequentar um oftalmologista. No caso dos prematuros os cuidados são ainda maiores, uma vez que podem desenvolver patologias bastante complexas.
  • Crianças:
    • Primeira consulta – no caso de uma criança saudável e assintomática (sem apresentação de sintomas), a idade recomendada para visitar o oftalmologista é até aos 3 anos. Nesta fase quão são detectadas patologias, a taxa de sucesso é bastante elevada, dada a plasticidade de todo o olho.
    • Consultas posteriores – em idade pré-escolar/escolar é crucial visitar o oftalmologista, de forma a detetar eventuais dificuldades. Estas dificuldades são, geralmente, as principais fontes do insucesso escolar nesta faixa etária.
    • Acompanhamento periódico – crianças com parâmetros de visão de acordo com a normalidade, devem realizar consultas de 3 em 3 anos.

 

  • Acompanhamento de jovens e adultos:

    • Jovens e jovens adultos  caso não apresentem qualquer tipo de patologia oftalmológica, nenhuma sintomatologia, devem realizar consultas de 2 em 2 anos.
    • Adultos a partir dos 40 anos – nesta faixa etária, os exames e consultas devem ser mais regulares. Deve haver o hábito de consultar um oftalmologista anualmente, uma vez que, a partir desta idade, os nossos olhos passam por mudanças e é frequente começarem a apresentar sintomas de patologias como o glaucoma e as cataratas.

 

  • Acompanhamento especializado e diferenciado:

Determinados quadros clínicos exigem uma maior frequência entre as consultas. Estes casos especificos são:

  • Miopia evada (grau maior que 6);
  • Ceratocone;
  • Diabetes;
  • Glaucoma;
  • Pós-operatórios.

Neste casos específicos, a periodicidade das consultas deve ser avaliada pelo médico oftalmologista, mediantes as necessidades específicas de cada caso.

Realize consultas regularmente e proteja os seus olhos na ação do tempo e dos agentes externos, que todos os dias, danificam a sua visão.

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